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Norte rio-grandense, Beto Nazário, lança seu primeiro livro este mês em Natal-RN

Por: J. B. Novare Em: 20/05/2017

“Verdes Tempos de Outrora” é o primeiro livro publicado pelo autor nordestino Beto Nazário. A obra é um romance que conta a trajetória do jovem estudante de Filosofia Carlos Francisco, recém-chegado na Universidade Federal do Rio Grande do Norte. O lançamento oficial está previsto para o dia 26 de maio, a partir das 18 horas no Palácio da cultura “Pinacoteca” (Praça Sete de Setembro, S/N, Centro), em Natal-RN.

O livro oferece uma rara oportunidade de repensarmos o passado de nossa sociedade. Com uma narrativa bem contemporânea, os fatos relacionados ao passado se confrontam prontamente com o presente. Por meio de seus personagens, o autor tenta esclarecer que os tempos sombrios do regime militar não devem retornar em hipótese alguma. A obra foi editada pela Sebo Vermelho Edições, contém cerca de 152 páginas e estará à venda por R$ 35,00 (formato físico) no Palácio da cultura “Pinacoteca”, no dia do lançamento.

Na obra, Beto Nazário traz a trajetória de Carlos Francisco, um jovem sonhador, nascido e criado em Itabaiana, uma pequenina cidade na zona rural do Estado da Paraíba, que, recém-chegado a Natal, passou a estudar Filosofia na UFRN. A procura de novos conhecimentos se depara com um mundo diferente que viveu em sua infância. Sonhos, Amores, sangue e paixões era sua nova realidade e seriam um marco para sempre em sua vida. Essa empolgante e comovente narrativa nos faz mergulhar de cabeça nesse fascinante romance, permeado de sonhos, esperança, dor e ódio, impulsionando-nos a uma realidade tão presente e real, que nos aterroriza até hoje e nos faz repensar certos conceitos de melhorias morais e sociais.

Gilberto Nazário do Nascimento, ou Beto Nazário, é casado, tem dois filhos, nordestino e reside em Natal-RN. Beto é Militar Estadual, Bacharel em Direito, Técnico em Segurança Pública, escritor e compositor. “Sou um amante da literatura brasileira, sempre gostei de ler, e certo dia quando fui comprar um livro de literatura infantil para meu filho, o paradidático Pedro O Carpinteiro, salvo o engano de Pedro Bandeira, então comecei a lê-lo e me encantei com a forma que o autor se comunicava com o leitor, e daí comecei com a ideia de também escrever um livro”, diz Beto Nazário. “Daí me surgiu a ideia de escrever um romance em meio os tempos tortuosos dos governos militares na década de 70. Levando em consideração os movimentos estudantis em nossa capital Natal, que historicamente tiveram um peso muito grande para o contexto nacional”, conclui.

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