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Conheça a obra “A Domme”, romance da escritora Mariana Guedes

Por: J. B. Novare Em: 25/09/2021

“A Domme” é um livro de romance erotizado da escritora paulista Mariana Guedes. Publicada pela Editora Foxtablet, a obra conta com cerca de 109 páginas e traz Samanta como a personagem principal, uma garota vítima de abuso sexual na infância e que ao passar dos anos desenvolve o transtorno da hipersexualidade. O livro é dedicado à comunidade LGBT, educadores do sexo, apreciadores do BDSM e àqueles que desfrutam de histórias cheias de desejos, experiências, devaneios e amor, seja ele monogânico ou poliamor.

Na trama, Samanta é uma menina de onze anos que foi brutalmente violentada por um grupo de jovens, assim tendo que passar por diversas terapias após o ocorrido. E ao contrário de outras garotas vítimas de abuso, ela desenvolveu a compulsão sexual (comportamento sexual excessivo e fora de controle). Após seis longos anos se relacionando apenas com mulheres, Samanta começou a entrar no obscuro de sua própria mente por conta de uma perda, que fez seus traumas do passado voltar à tona. A mais nova dominatrix estava surgindo e a cada experiência seu desejo por vingança apenas aumentava.

“Era necessário incluir uma mulher empoderada onde somente homens ganham destaque ao serem dominantes”, revela Mariana sobre a obra. O livro está no formato digital e já está disponível desde o dia 18 de setembro na Amazon Brasil por R$ 8,99 (https://amzn.to/3uecZSv).


Mariana Origuela Guedes tem 21 anos e reside na cidade de Salto, interior de São Paulo. É Terapeuta holística, escritora e sempre, com as palavras na ponta da caneta, decidiu fazer de seus pensamentos e sentimentos uma arte a ser apreciada. Em uma busca constante para saber quem realmente era, apenas escreveu: “Quem eu sou? Eu não sei! Me descubro a cada dia que passa, é como entrar em um labirinto sem saída onde vejo apenas as folhagens abaixo dos meus pés e o céu que há sob minha cabeça, as vezes dia, as vezes noite, radiante ou nublado, bonito ou feio, depende apenas do seu ponto de vista. Me perco em mim por muitas vezes, mas tenho a certeza de que mesmo no decesso há vida e ela apenas se recompõe, assim como eu, aprendo a cada momento com pessoas diferentes e em situações diferentes sempre buscando melhorar o meu eu, por mim e por mais ninguém”.

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