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Escritora paranaense, Edielane Lacerda da Cruz, faz alusão à escrita do pai em seu livro “A Filha do Poeta”

Por: J. B. Novare Em: 07/05/2018

Seguindo os traços poéticos deixados pelo pai, a escritora paranaense Edielane Lacerda da Cruz lançou recentemente o seu livro de poesias “A Filha do Poeta”, publicado pela Editora Gramma. Com a obra, a autora propõe dá continuidade aos poemas escritos por seu pai, expressando as circunstâncias que envolve as pessoas em todos os lugares, compartilhando recados, mensagens e reflexões com o outro. O livro possui 220 páginas e teve seu primeiro lançamento em Ponta Grossa/PR, no dia 08 de março deste ano, e está à venda nas principais livrarias de Ponta Grossa e em lojas online como Amazon, Livrarias da Travessa, Saraiva, e outras.

A obra nasceu da essência de sentimentos experimentados e recriados em personagens, de cada poema. Não é uma obra autobiográfica, mas contém, com certeza, as impressões da autora. Comparando-a com algumas obras recentes, pode parecer antiquada ou retrógrada, romantizada e até utópica. “Se os textos não estivessem na estrutura de poemas, poder-se-ia dizer que são contos de fadas. Mas, sabem, eu acredito em tudo que transcende este universo e que parece impossível a olhos humanos, e, se não fosse assim, talvez não escrevesse poemas, contos e outros textos”, diz a poeta.

“Levando em consideração a forma como escrevo, o que me deixa embevecida em textos poéticos é a possibilidade do encantamento com o belo, de sentir as palavras dançando como notas musicais em um piano ou voando como uma águia ou anjo para todos os lugares, de criar novas palavras para atender ao apelo poético, de recriar significados para palavras que já existem e principalmente o vínculo afetivo que dos poemas podem nascer entre autor e leitor”, escreve a poeta.

A poeta criou, com exclusividade, um poema inédito para compor esta matéria: Dizem que vão deixar de existir; Os livros porém vão resistir; Suas palavras terão sempre poder; O “Livro” nunca vai morrer; Ele não é um objeto frio; Ou um mundo vazio; É como um abraço, um carinho; Daquele que se encontra sozinho; Um beijo no rosto de uma criança; Palavras que nos trazem esperança”.

Edielane Lacerda da Cruz nasceu em Ponta Grossa/PR em 26 de julho de 1964. Dedica-se ao magistério e às artes há mais de trinta anos e é contadora de histórias e autora de muitos projetos pedagógicos para o Ensino Fundamental. Psicopedagoga e professora atuante nos mais diversos níveis de educação, é formadora de professores, palestrante, animadora de oficinas pedagógicas, bibliotecária, arte-educadora, regente de coral, teóloga e escritora desde os 7 anos de idade. Hoje, possui vários livros escritos, mas apenas artigos publicados, poesias individuais e textos narrativos premiados em várias entidades.

A poeta já ganhou muitos prêmios durante sua carreira, entre os quais se destacam: poesia “O Conflidético” (conflito do aidético), pelo Sesc/Ponta Grossa, e “Os Encantos de Itália”, no I Concurso Nacional de Poesias do Centro di Cultura Italiana (PR). Participou da Academia Pontagrossense de Letras e Artes (APLA), tendo sido responsável pelo Departamento de Teatro sob a presidência da poeta Sônia Ditzel Martello, em Ponta Grossa. Continua atuando como professora na Prefeitura Municipal de Ponta Grossa.

Em entrevista à revista literária “Divulga Escritor”, Edielane Lacerda revela sua próxima publicação. O livro, que recebe o título DUDA E “EDU E AS ESTAÇÕES”, é composto de quatro títulos, escrito para crianças e baseia-se em conteúdos curriculares, com textos escritos em letra maiúscula (caixa alta), e com ilustrações que facilitam o processo de alfabetização.

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