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S. Barreto lança “As quatro estações” e marca seu espaço na literatura nacional

O escritor Saulo Barreto Lima lança mais uma obra de contos marcada pelo simbolismo e pela força narrativa: quatro histórias que dialogam en...

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Autora R.A. Cirino explora o universo sobrenatural em novo romance, cheio de mistérios e segredos sombrios

Após a publicação de “Recomeçar”, em 2015, a autora R.A. Cirino está de volta com um novo romance. Desta vez, com a obra “Portal das Sombras”, ela nos leva a um universo sobrenatural, onde um vampiro, tenta governar o submundo ao lado do irmão ao mesmo tempo em que tenta lidar com seus sentimentos conflitantes em relação a uma humana, que já teve a vida constantemente marcada por criaturas das sombras. O livro é uma publicação da Editora Portal com cerca de 300 páginas e foi lançado no último dia 18 de janeiro em São Luís (MA).

“Portal das Sombras” é o primeiro livro de gênero fantástico da autora, também é o primeiro livro da série Mundo das Sombras que contará a vida de Elizabeth, uma humana que não fazia idéia da existência de criaturas mágicas e sombrias até ter sua vida completamente marcada por elas.

Na narrativa, Elizabeth Smith, ou apenas Lizzie, é uma jovem de 26 anos que, apesar de ser feliz e ter uma vida boa, possui marcas profundas em seu passado. Órfã desde os cinco anos, ela se vê sozinha novamente após a morte de sua melhor amiga. Mas com a chegada de Ciprian, um rapaz misterioso, sua vida muda completamente. Ele se apaixona pela gentileza da garota assim que a conhece, e o amor entre os dois cresce rapidamente. Porém, não será nada fácil vivê-lo, pois os segredos do rapaz podem trazer grandes surpresas na vida de Lizzie, que, cercada de novidade e em um lugar que nunca imaginou existir, terá de enfrentar seus piores pesadelos.

“Portal das Sombras” é um projeto que surgiu a partir de um dos contos de outra história escrita pela autora, onde a protagonista entra por um portal e dá de encontro com um mundo em guerra entre vampiros e lobisomens. Então, de uma conversa com a revisora de “Recomeçar”, seu primeiro livro, sobre o assunto de como os vampiros são abordados hoje em dia, Cirino resolveu pegar esse conto que já existia e transformá-lo em uma narrativa maior.

O livro possui classificação indicativa para maiores de 16 anos. Os exemplares físicos estão à venda na Livraria e Espaço Cultural AMEI (em São Luís), na Amazon e no site da Editora Portal (www.editoraportal.com.br/product/portal-das-sombras/). Os preços variam entre R $31,90 e R$ 39,90.

“Um romance com fantasia e pitadas de suspense. Fui totalmente seduzida pela história de Ciprian, um ser das sombras, e sua família nada convencional. Através de portais, ele pode vir ao nosso mundo e foi assim que ele conheceu Lizzie. Ela é uma jovem órfã, que já passou por muita coisa ruim na vida, mas permanece na luz da esperança de dias melhores e da bondade infinita no coração. Será que duas pessoas tão diferentes são mesmo destinadas uma a outra? Um livro com intrigas, paixões, muito mistério e um final de tirar o fôlego. Não vejo a hora de ler o próximo volume da série!”, escreve uma leitora da Amazon.

R.A. Cirino tem 28 anos, mora em São Luís-MA e adora filmes, séries, livros e qualquer coisa que envolva gastronomia e decoração. Potterhead e narniana, viciada em livros de fantasia e romance, acredita que a leitura pode transformar vidas e que um livro pode ser um passaporte para viagens emocionantes. Escrevendo desde os 12 anos, Rayoline já possui muitos projetos terminados e uma infinidade em construção e pretende não parar de escrever nunca, pois, para ela, usar a imaginação e criar mundos mágicos, romances e tudo mais é estar viva.

“Recomeçar” (Editora Angel), traz a jovem Anya e Matteo, seu marido, em um pequeno apartamento em Paris (França). Eles são felizes, têm uma vida confortável e nada lhes falta, mas um acontecimento inesperado muda a vida da jovem mulher que, de repente, se vê sem esperanças. E decidida a superar tudo que lhe aconteceu, Anya volta para a cidade onde nasceu e resolve enfrentar o mundo de cabeça erguida, chegando a São Petersburgo, Rússia, totalmente desligada de todo o seu passado.

Escritor Kleber Bordinhão lança primeiro livro de crônicas publicadas em jornal ponta-grossense

Publicado recentemente pela Editora Penalux, a obra “Por extenso” torna-se o mais novo livro do escritor paranaense Kleber Bordinhão, e consequentemente o primeiro na categoria “prosa”. Com 138 páginas, o livro reúne diversas crônicas do autor, publicadas entre 2018 e 2019 no jornal ponta-grossense Diário dos Campos. O seu lançamento ocorreu em dezembro de 2019 na cidade de Ponta Grossa (PR) e os exemplares encontram-se disponíveis pelo site da editora.

“Tradicionalmente, uma das muitas qualidades cultivadas pela crônica […] é o seu funcionamento leve, ao modo de uma conversa ritmada pelos risos cúmplices e confidentes, aspecto que Kleber Bordinhão alcança ao longo de todo o volume”, escreve o escritor Marco Aurélio de Souza.

“Sem se restringir à memória, o autor evidentemente abusa dela e de suas artimanhas construindo, junto de uma coletânea de crônicas, o que poderíamos chamar de um fragmentário romance de formação: de sua filiação realista desde as primeiras leituras [...] às bibliotecas que lhe marcaram ao longo da vida, passando por suas experiências com a série Vaga-lume e chegando ainda aos episódios inglórios da vida de escritor independente no país do futebol. O recurso à memória permite ao leitor compreender melhor como se formou o poeta, quer dizer, em que forja foi lapidada a sua sensibilidade para aquilo que passa despercebido aos olhos da maioria”, enfatiza Marco Aurélio.

Kleber Bordinhão nasceu em Ponta Grossa (PR). É autor dos livros: “distâncias do mínimo” (TodaPalavra, 2010), “Ano Neon”; (Estúdio Texto, 2013) e “Fictícias” (Estúdio Texto, 2014), “Carta aos Cortes” (Penalux, 2018), “Sentir é Sucinto” (Penalux, 2018). Foi premiado em concursos nacionais e regionais de poesia, participando também como avaliador. Destaque para o segundo lugar no concurso nacional TOC 140 – Poesia no Twitter, realizado pela Festa Literária Internacional de Pernambuco em 2011. É o autor da exposição de Haicais “máximas do mínimo” em parceria com o SESC-PR (2011). O seu livro anterior, “Sentir é Sucinto”, é uma coletânea de haicais publicados em seus quatro livros anteriores. A obra “Por extenso” está à venda por R$ 38,00 pelo link www.editorapenalux.com.br/loja/por-extenso.

Possui vários poemas musicados, entre eles “Ode ao Ade”, premiado como melhor música da etapa regional do 26º Festival Universitário da Canção (2013), conquistando também o terceiro lugar da etapa nacional. Participou de 3 edições da Semana Literária do SESC-PR (2015, 2018 e 2019), ministrando oficinas e participando de mesas.

A universalidade das coisas aos olhos da poetisa Sophia Faustino, na obra inédita “Alavenca Esfinge”

Publicado recentemente pela Folhas de Relva Edições, o livro “Alavenca Esfinge” é o primeiro a ser lançado com poesias de Sophia Faustino. “Nele, há poemas um tanto experimentais em forma, sem desatar as mãos das linhas do verso e da tradição de nossa literatura. Tudo harmoniosamente desarmônico no mesmo amontoado, espelhando as sensações e pessoalidades de uma jovem em processo de descoberta”, nos remete a autora sobre o livro. A publicação partiu de arrecadações feitas em campanha online, e de todos os seus colaboradores. O lançamento ocorreu no dia 3 de outubro na Casa das Rosas, em São Paulo (SP).

Os temas abordados na obra, vão para além do texto e quem o produz, ao tratar de universalidades como o amor, a sociedade, a metafísica da vida, do sexo, de Deus e do próprio ato da escrita. O livro possui cerca de 74 páginas e está à venda por R$ 30,00 pelo site da editora (www.editorafolhasderelva.com.br/alavenca-esfinge), na Tapera Taperá e em breve em  outras livrarias de São Paulo.

Sobre o livro, Sophia nos revela: “Aqui cabe o discurso mais batido de todos: escrevo porque preciso, morro se não escrevo. Foi justamente essa necessidade imprescindível de escrever que me deu a oportunidade de trazer meus devaneios palavreados à tona. Chiara Provenza e Alexandre Staut acreditaram, assim como eu, que a catarse pela poesia nos torna um pouco mais gente. E assim veio a minha estreia na revista São Paulo Review, onde podem ser lidos três poemas meus. A partir dalí, foi surgindo o corpo de Alavenca Esfinge”.

Sophia Faustino nasceu na virada para o último ano do século XX. Cresceu em Mogi das Cruzes (SP) e hoje vive na capital paulista, onde cursa Letras na Universidade de São Paulo. Vem expressando sua necessidade de escrever desde seus primeiros contatos com a produção literária lusófona. Teve seus primeiros versos publicados aos 19 anos pela revista literária São Paulo Review. Mais informações sobre a autora e a editora, estão no link https://bit.ly/2MEWSsI.

“Para ler Alavenca Esfinge, é recomendável dar uma cambalhota e suspirar. À maneira do que diz um de seus poemas finais, a poesia de Sophia adentra o vagão, desafiando o tédio, a ânsia, a inércia, mas também respondendo com certa preguiça fingida. O tom geral que me fica é o de gravidade, às vezes deboche, outras vezes coragem, na sintonia com tudo o de muito contemporâneo que há e com que a poesia aqui conversa”, escreve Ana Elisa Ribeiro.

A subjetividade do “eu lírico” no mais novo livro de poesias em prosa do escritor paulistano Ruy Proença

“Monstruário de fomes” (Editora Patuá, 2019) é um livro de poemas em prosa e o segundo, nessa categoria, publicado pelo escritor e poeta paulistano Ruy Proença. O lançamento do livro ocorreu em outubro de 2019 na Biblioteca Álvaro Guerra, em São Paulo (SP), em conjunto com o poeta Pádua Fernandes, autor do livro “O desvio das gentes”. Na ocasião do evento, houve uma fala dos autores sobre processo criativo. O livro foi selecionado e publicado com o apoio da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo.

Com cerca de 112 páginas, “Monstruário de fomes” está dividido em duas partes, assim como “Caçambas”, o livro anterior do poeta. A primeira parte, Estetoscópio, abriga os poemas de uma voz interna, mais ligada à subjetividade do eu lírico; a segunda, Papel-carbono, traz poemas que dão voz à fala alheia. São colagens, paráfrases, reorganização, diálogos com a voz do outro, a partir de escutas, documentários, publicidades, letras de música, poemas, textos jurídicos. Nessa parte, a própria questão da autoria é colocada em causa. Os exemplares da obra estão disponíveis em algumas livrarias físicas de São Paulo e no site da editora por cerca de R$ 38,00 (www.editorapatua.com.br/).

A partir de um comentário pessoal feito por Ronald Polito, que escreveu a orelha de seu livro “Caçambas”,  Ruy decidiu voltar a experimentar o caminho da escrita de poemas em prosa. “Até como uma forma de ‘quebrar’ um pouco a mão, isto é, tentar me desvencilhar de algum automatismo. Aquela coisa, quando você passa a escrever bem com a mão direita, troque de mão e comece a escrever com a esquerda. A poesia tem a ver com essa refundação do olhar, da maneira de criar, enfim, tentar descobrir novos caminhos”, justifica o poeta.

Ruy Proença é um escritor e poeta paulistano nascido em 1957 e residente na mesma cidade. É engenheiro de minas, formado na USP, exercendo a profissão até os dias atuais. Desde cedo interessou-se pela escrita e, particularmente, por poesia. Nos anos 70 teve a oportunidade de conviver com Roberto Piva, Cláudio Willer, Roberto Bicceli e outros poetas a eles ligados. Mas foi no início dos anos 1990 que fez uma opção mais determinada pela poesia.

Junto com Fabio Weintraub, Chantal Castelli, Rodolfo Dantas, Flávio de Souza Corrêa, Cesar Garcia Lima e outros, começaram a trabalhar em grupo com projetos envolvendo pesquisa, criação e divulgação de poesia. O grupo chamava-se “Cálamo” e durou cerca de 12 anos, até o início dos anos 2000. Vários dos participantes são hoje poetas com mais de um livro publicado; alguns, além de escritores, são acadêmicos. Atualmente, Ruy possui seis títulos publicados, além de um livro de poesias e de uma plaquete infanto-juvenil.

No seu primeiro livro, “Pequenos séculos”, de 1985, o autor traz uma sessão de poemas em prosa. Desde então, não mais dedicou-se a esse estilo de poesias, salvo um poema em prosa escrito especificamente para o número 14 da revista Inimigo Rumor, edição especial dedicada à publicação de poesias em prosa. Já em “Caçambas”, o seu penúltimo trabalho, lançado em 2015, o poeta traz poemas versificados. A obra é dividida em duas sessões: Rádio de galena, que traz poemas mais ligados à memória pessoal; e Singular coletivo, que traz poemas mais ligados ao cotidiano urbano.

Após anos de espera para lançar primeiro livro, escritora carioca estreia com o romance “Adeus Abadessa”

Após anos de espera para lançar primeiro livro por uma editora, a escritora carioca Monike Garcia Ribeiro estreia com a obra “Adeus Abadessa”, um romance de 157 páginas publicado pela UICLAP Editora. O livro desenvolve-se em torno de dois dramas principais, e narra a história de uma jovem religiosa que vivia em um convento em uma pequena cidade fictícia do interior da Bahia. A personagem central passa a enfrentar as dúvidas e limites da vida religiosa no convento que passara a dirigir como Abadessa, e, após a morte da Madre Superiora. Os exemplares da obra já estão disponíveis pelo site da editora.

O envolvimento da jovem com uma segunda personagem feminina, a faz questionar se o melhor caminho para ajudar ao próximo é mesmo a caridade cristã, ou outras formas de ação social. A trama se complica com a chegada de um Capitão destacado pelo exército para investigar o paradeiro de uma militante comunista que, sem que ele saiba, está refugiada no convento. Trata-se de um dedicado militar que tem como uma de suas características centrais o fato de ser mulherengo, e que terminará por se apaixonar pela jovem Abadessa. O destino da militante comunista é trágico, uma vez que – sendo judia e alemã – é deportada pelo regime ditatorial para a Alemanha nazista.

Monike começou a escrever o livro “Adeus Abadessa” em 2001, concluindo-o quatro anos depois, em 2005. Ao longo desses anos veio tentando publicar o livro gratuitamente, até que, por fim, conseguiu pela Editora UICLAP. “A ideia surgiu quando cursava História e me deparei com a vida de Joana Angélica, a heroína da Bahia do 1° reinado, no século XIX, que morreu defendendo o convento. A história de Joana Angélica e a vida de Olga Benário me inspiraram, pois hoje em dia falamos do empoderamento feminino, acho que nada mais propício do que uma história ficcional na qual as mulheres, inclusive a narradora são protagonistas. Anos mais tarde descobri que para os espíritas Joana Angélica seria a última reencarnação de Joana de Ângelis (mentora espiritual do médium Divaldo Franco)”, destaca a autora. Os exemplares do livro já estão disponíveis pelo site da editora por R$ 29,85 (https://loja.uiclap.com/titulo/ua154/Adeus-Abadessa).

Monike Garcia Ribeiro nasceu e mora no Rio de Janeiro (RJ). É doutora em História Comparada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (IFCS-IH), tendo sua pesquisa subvencionada pela CAPES. Mestre em Memória Social pela Universidade Federal do Estado Rio de Janeiro (Uni-Rio), tendo subvenção pela CAPES. Possui graduação em História pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (IFCS-IH), possui também graduação em Museologia na Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Uni-Rio). Tem experiência profissional na área de pesquisa, docência e arquivo. Foi professora no colégio QI no Rio de Janeiro e atuou também no Centro Universitário de Barra Mansa/RJ.

Trabalhou no Arquivo Naiconal e na Casa Rui Barbosa/RJ. Tem desenvolvido pesquisas com ênfase em História Cultural, História da Arte, História do Brasil Oitocentista, História do Brasil Contemporâneo, Memória social, Patrimônio e Política Cultural. Atuando principalmente nos seguintes temas: órgãos gestores da cultura, Conselho Nacional de cultura e Conselho Federal de Cultura, pintores viajantes, narrativas de cronistas viajantes, academia de belas-artes, iconografia, arte brasileira, período Joanino, Brasil Império, Thomas Ender, Charles Landseer, Nicolas A.Taunay, Jean Baptiste Dedret, Paschoal Carlos Magno, Grandjean de Montgny e iconologia. É autora de livro, capítulo de livro e artigos científicos. Como romancista faz sua estreia com o livro “Adeus Abadessa”, publicado em dezembro de 2019.

Em fevereiro de 2017 publicou sua Tese de Doutorado, defendida em março de 2013 na UFRJ, pela NEA - Novas Edições Acadêmicas que é uma marca comercial de: OmniScriptum GmbH & Co. KG Bahnhofstrasse 28, 66111 Saarbrücken, Alemanha (Telefax: +49 681 37 20 174-9 Email: info@omniscriptum.com www . nea-edicoes . com);  intitulada: “Estudo histórico comparativo da Imagem e da Memória do Rio de Janeiro : Entre 1816 à 1826, através dos pintores viajantes: Nicolas Antoine Taunay, Thomas Ender e Charles Landseer”. Uma pesquisa histórica comparativa da representação artística do homem e do Rio de Janeiro nos oitocentos, a partir do exame da iconografia brasileira produzida pelos pintores viajantes europeus que estiveram no Brasil nas primeiras décadas do século XIX, Nicolas Antoine Taunay, Thomas Ender e Charles Landseer, durante o período de 1816 à 1826.

Poeta Ricardo Escudeiro lança novo livro de poesias com textos que provocam o leitor a certas inquietações

Lançado no último dia 30 de novembro em São Paulo (SP), “A implantação de um trauma e seu sucesso” torna-se o mais novo livro de poesias a entrar para o acervo de publicações do poeta paulista Ricardo Escudeiro. Na obra, com pouco mais de 150 páginas, o poeta transcreve para o papel as suas inquietações a cerca da dura realidade do dia a dia, das perdas daquilo que pareciam conquistas, colapsos sociais, medos, necropolítica, genocídio, e outros pontos que desconfortam o país. O prefácio do livro foi escrito por Penélope Martins e o posfácio é de Donny Correia. A publicação é da Editora Patuá/Editora Fractal (coedição).

As razões para o livro provém de inúmeros fatores: “Por conta de nossos últimos tempos e da nossa realidade atual, com a ascensão disso que ocupa o governo do país, essa mistura de extremismo religioso pentecostal com a ultradireita, prática explícita de necropolítica com a precarização dos serviços básicos afetando diretamente os mais marginalizados socialmente, genocídio dos mais pobres, exaltação de torturadores, etc, talvez seja mais palpável falar em desmotivações e que, a despeito disso, escrevemos. Talvez para compartilhar/incitar desconfortos e estranhamentos”, destaca o autor.

Segundo Escudeiro, provavelmente a escrita inicial, que deu os primeiros passos para o livro, deva ter ocorrido quando ainda era criança. “A ideia de escrever não sei dizer exatamente, mas acho que esse livro começou a ser rascunhado em algum momento entre a primeira vez que quebrei o nariz (quando eu tinha uns seis anos mais ou menos, e caí enquanto brincava) e a primeira vez que li esses versos, do livro Ciclópico olho (2011), de Horácio Costa: [...] & as fraturas / & os desmoronamentos / & as cantigas da gravidade / & o caminho ao pó// o meu caminho / & o muro”, revela ele. Esse seu novo livro já está a venda por R$ 38,00 pelo site da editora (www.editorapatua.com.br/produto/103662/a-implantacao-de-um-trauma-e-seu-sucesso-de-ricar) e pela Patuscada - Livraria, bar e café (Rua Luís Murat, 40 - Vila Madalena), em São Paulo.

“aqui temos uma escrita do sentir. Do sentir como ‘perda irreparável/o terminar de cada dia’. Sentir o ‘projétil diagnosticado como perdido’ – a bala que atravessa a carne como o braço do capitão do mato destruindo tudo pelo trajeto. Sentir a dor do outro, seja em Amityville, em Barbacena ou em ‘pequenópolis’. Sentir ‘a sensação assim em pleonasmo mesmo’ de ‘colar na favela depois da tempestade de vento’ e ver ‘os barracos os negócios todos destroçados’. Sentir a mão cravejada ‘na brita e pela brita’. Sentir o ódio – ‘o pivete estrebuchando’ – e o amor como ‘um instante de ódio’. Sentir o(s) corpo(s), ‘seja em imagem ou som’. Seja em Lynch, Toy Story, Street Fighter. Seja em Henryk Górecki, Facção Central, Rihanna. Seja em Stela do Patrocínio – a loucura, a fome, a rua. Seja em Saramago – a violência revolucionária. Seja em Ricardo Escudeiro – a legião, voz que faz dialogar tantas inesperadas vozes na implantação de um bem sucedido trauma”, escreve Bruna Mitrano na orelha do livro.

Ricardo Escudeiro reside em Parque Capuava, um bairro periférico de Santo André (SP), cidade onde nasceu em 1984. É (ex) metalúrgico e (ex) professor. Autor dos livros de poemas “a implantação de um trauma e seu sucesso” (Editora Patuá/Editora Fractal, 2019), “rachar átomos e depois” (Editora Patuá, 2016) e “tempo espaço re tratos” (Editora Patuá, 2014). Graduado em Letras na USP, desenvolve projetos com interesse em Literaturas Africanas de Língua Portuguesa e Estudos de Gênero. Atua como editor na Fractal e assistente editorial na Patuá. Idealizou e montou, em parceira com o artista Leonardo Mathias, o work in progress “A mecânica do livro no espaço”, dividido em três temporadas: “piloto”, na Casa da Palavra, em Santo André (2016), “segundo movimento”, na Biblioteca Alceu Amoroso Lima, em São Paulo (2017) e “desmonte”, no Patuscada – café & livraria, em São Paulo (2017).

Possui publicações em mídias digitais e impressas: Escamandro, Germina, Jornal RelevO, Revista 7faces, Mallarmargens, Flanzine (Portugal), Enfermaria 6 (Portugal), Tlön (Portugal), Gazeta de Poesia Inédita (Portugal), LiteraturaBR, Diversos Afins, Ruído Manifesto, Arribação, Poesia Avulsa, entre outras. Traduz, sem periodicidade definida, poemas de poetas brasileiras para o inglês na série “desglutição em outras línguas”, publicada na Mallarmargens. Traduziu poemas da poeta afro americana Nayyirah Waheed, que foram publicados nos formatos PDF, EPUB e MOB para download livre, pelo selo gueto editorial, da Revista Gueto, em 2017. Publicou mensalmente, entre 2014-2016, poemas na Revista Soletras, de Moçambique. Participou das antologias “Os pastéis de nata ali não valem uma beata – antologia de 2017” (Enfermaria 6, 2018), “29 de abril: o verso da violência” (Editora Patuá, 2015), “Patuscada: antologia inaugural” (Editora Patuá, 2016), “Golpe: antologia-manifesto” (Punks Pôneis, 2016) e “Poemas para ler nas ocupa” (Editora Estranhos Atratores, 2016).

“[...] Estes poemas, que trazem em sua forma um quê de prosa – ainda que a pontuação tenha sido deglutida pelo Pantagruel da arbitrariedade que só cabe ao criador –, versam sobre a desagregação, sobre o fundo cego de uma garrafa côncava, o absurdo de um osso que arde quando sente a vibração de um despertador às 6:30 da manhã de uma segunda-feira embargada em ressaca moral adquirida. Em vários momentos, o poliengenhoso boxer Escudeiro parece dar uma dura em Deus e lhe cobrar as contas da pequenópolis que não pediu para nascer. É como se regozijasse no escárnio ao pensar blasfêmias à lá 'Se Deus veio, é bom que esteja armado'. [...]”, texto de Donny Correia, no posfácio da obra.

Livro infantil da autora Sinhara Garcia traz reflexões da vida de maneira poética

A escritora cearense Sinhara Garcia lançará no Rio o seu mais novo livro, “O Universo de Sinharinha - Castelos na areia, para saber ganhar na ausência”. O lançamento será na Livraria Bambolê (Avenida Nossa Senhora de Copacabana, 1.072, loja 2 – Copacabana), no dia 7 de dezembro, a partir das 9 horas. Com uma leitura reflexiva e poética sobre desafios da vida, a obra é composta por seis contos que falam sobre a temporalidade da vida, o encontro com o amor, geração do filho, perda de parentes e superação.

Segundo a escritora, que também é cirurgiã-dentista, o objetivo é compartilhar reflexões sobre a vida, fazendo com que as pessoas se inspirem com elas mesmas e com a própria criança interior, possibilitando o autoconhecimento e a superação de perdas. “No final de cada capítulo, há perguntas trazendo uma meditação sobre o tema lido”.

Com boas pitadas de humor, cada história é acompanhada de ilustrações, no estilo aquarela, que fazem referência a cada momento passado pela autora, como criança, mulher, mãe, representação do seu filho e as lições que ela repassa ao pequeno herdeiro.

“O universo de Sinharinha – Castelos na areia, para saber ganhar na ausência” está à venda por R$ 39,90 pelo Instagran da autora (www.instagram.com/dra.sinharagarcia).

Novo livro de poesias de Thássio Ferreira será lançado neste mês no Rio e em São Paulo

Em “agora (depois)”, seu terceiro livro de poesias, o autor Thássio Ferreira desnovela a linha do tempo de uma história de amor, de trás para frente. São 52 poemas que se organizam em duas partes: um “agora (depois)”, instalado após a separação, e o “agora” anterior, do início do relacionamento até sua crise. Dividindo esses dois tempos, um retrato em prosa do momento fatal em que o barco se desamarra do cais. O livro é uma edição da Editora Autografia (selo Bem-te-li) e o primeiro lançamento será no próximo dia 7 de dezembro no Rio de Janeiro (RJ), e posteriormente, no dia 10, em São Paulo (SP). Em ambos os eventos haverá sessão de autógrafos e leitura de poemas. A entrada será livre.

“Cantar o amor é uma predestinação dos poetas. Quando esse mesmo amor acaba (por concluir ou não seu ciclo), o poeta corre o risco de cantar ainda mais – e melhor. No seu terceiro livro, Thassio Ferreira faz mais do que poetizar as dores provocadas pela ruptura de uma relação amorosa. Ele expõe de forma corajosa todo o vazio desse não-lugar que ocupamos quando não mais pertencemos a outrem (e nem quiçá a nós mesmos)”, escreve o poeta Christovam de Chevalier, na orelha do livro.

Entre referências e epígrafes que remetem a Caio Fernando Abreu, Herbert Vianna, Drummond, O Mágico de Oz, Marvin Gaye, Jards Macalé, Tulipa Ruiz, Clarice Lispector e Peninha, o poeta “canta como quem parisse espinhos, sem meias palavras. E, assim, brinda-nos com textos de forte riqueza imagética. Como se o leitor não tivesse nas mãos um livro, mas uma tela sobre a qual são projetadas cenas reais, tamanho o despudor do que é narrado/cantado”, ainda segundo Christovam de Chevalier.

Os poemas do livro “agora (depois)” foram escritos ao longo de quase três anos de relacionamento e um ano depois do término. “A ideia de reuni-los em um livro ocorreu-me como um jeito de lidar com toda a bagagem sentimental que aqueles poemas me causavam”, revela o autor. A obra está há venda por R$ 30,00 pelo site da editora (www.autografia.com.br/produto/agora-depois/), além de ser encontrado também na Patuscada Livraria Bar & Café, e em contato diretamente com o autor pelo facebook, instagram ou pelo e-mail thassioescritor@gmail.com.

Thássio Ferreira nasceu e cresceu na região metropolitana do Rio de Janeiro, e vive na capital há treze anos. Em 2016 publicou o seu primeiro livro de poemas, “(DES)NU(DO)”, pela Editora Ibis Libris; e em 2018 o seu livro “Itinerários” foi o vencedor do I Concurso Literário da Ed. UFPR, que o publicou no mesmo ano. Foi editor-executivo e curador da Revista Philos de Literatura Neolatina de 2017 a 2019, e um dos realizadores da Casa Philos nas Festas Literárias Internacionais de Paratay (FLIP) em 2018 e 2019.

Tem poemas e contos publicados em diversas revistas e antologias, como a Revista Brasileira (nº 94), da Academia Brasileira de Letras, Escamandro — poesia tradução & crítica, Gueto, Ruído Manifesto, Mallarmargens, Germina, Revista Ponto (SESI-SP), Vício Velho, InComunidade (Portugal) e Prêmio VIP de Literatura 2016, 2017 e 2018. O seu conto “Tetris” foi o vencedor do Prêmio Off Flip 2019, e o livro inédito “Cartografias”, finalista do Prêmio Sesc 2017. 

Para o ano de 2020 estará lançando uma coletânea de contos, sob o título “Nunca estivemos no Kansas”. O seu trabalho pode ser acompanhado também na página facebook.com/thassioescritor e no instagram@thassiof.

Os lançamentos agendados para o livro “” acontecerão na Galeria Café (Rua Teixeira de Melo, nº 31, lj E – Ipanema), no Rio, a partir das 16 horas, e na Patuscada – Livraria, bar & café (Rua Luís Murat, n. 40 – Pinheiros), em São Paulo, às 19 horas. A venda física do livro em lojas do Rio de Janeiro ainda está sendo negociada, com previsão de disponibilidade em janeiro de 2020.

Após anos de escrita, autora Priscilla Sobral publica primeiro livro e lançamento será neste sábado em Salvador

Após anos de escrita e de livros guardados na gaveta, a autora Priscilla Sobral abriu as portas para a vida das publicações e lançará neste sábado, dia 30 de novembro, em Salvador (BA), o livro “Eu, Ele e Minha Melhor Amiga”. Publicado pela Editora Viseu, o livro é um romance juvenil ambientado em Salvador, com uma temática contemporânea e que aborda os problemas sociais e comuns do cotidiano centrando o enredo, principalmente, nas questões de gênero. O evento contará com sessão de autógrafos, bate papo com a autora, sorteios de brindes, coffee breack, música ao vivo e leitura interativa em forma teatral com atores convidados. Terá ainda a presença do ilustrador, da revisora, da youtuber Lorena (Passos Entre Linhas) e do tatuador Melvis Cavalcanti.

“Desde pequena tenho a imaginação fértil e muita criatividade, mas só comecei a escrever aos 12 anos. Mantive muita coisa guardada por insegurança, timidez e ter dúvidas acerca da qualidade dos meus textos. Para ter um olhar externo comecei a escrever fanfics, na época, no antigo Orkut. Cheguei a ter uma comunidade de mais de mil inscritos de Harry Potter. Essa história começou pioneira lá na página do Orkut. Era apenas o roteiro inicial, a ideia da trama, mas nem tinha concluído o texto. Quando decidi publicar um livro, já que quero construir minha carreira na área da literatura juvenil, com publico pré-adolescente, adolescente ou adultos que gostem desse estilo, pois é o meu preferido, decidi resgatar esse roteiro e reescrever”, revela a autora sobre o início dos seus escritos. “Para mim, o livro realmente nasceu nesse momento, onde tive que pensar na personalidade de cada um dos personagens, construir seus gostos e atitudes, escrever em primeira pessoa para trazer Emília, a personagem principal, mas perto do leitor”, reforça.

O romance juvenil “Eu, ele e minha melhor amiga” é o primeiro de uma trilogia que contará também com versão de outro personagem da história, narrando o mesmo roteiro com sua perspectiva. O livro conta com 234 páginas e está à venda por R$ 59,90 na Livraria Leitura. Promocionalmente a obra estará por R$ 49,90 no dia do lançamento, e por R$ 34,90 se adquirido direto com a autora.

Priscilla Sobral nasceu em 1987 no Rio de Janeiro e, atualmente, vive em Salvador, donde seus personagens ganham vida. Priscilla conta histórias desde que se entende por gente, começando pelos seus teatros de fantoches, dentro de casa, até digitalizar suas ideias. Uma verdadeira pisciana, no mundo da fantasia, desejando convidar a todos a fazerem muitas viagens imaginárias. Apaixonada por leitura e escrita, se formou em Letras e concluiu o mestrado em Literatura na Universidade Federal da Bahia (UFBA). Também professora de francês, e apaixonada por línguas, combina o amor pelo ensino e a criação de suas histórias. Atualmente, cursa doutorado em Linguística na mesma instituição.

“Eu, Ele e Minha Melhor Amiga” está sendo o seu primeiro livro a ser lançado no mercado. No entanto, a autora possui ainda outros projetos a caminho, e três deles já finalizados, prontos para serem publicados. O evento de lançamento do dia 30 de novembro acontecerá na Livraria Leitura, do Shopping Bela Vista (Alameda Euvaldo Luz - Horto Bela Vista), a partir das 16 horas. A entrada será gratuita e haverá ainda o sorteio de uma tatoo de 300 reais de quem apresentar o livro, com condições de participação no cupom a ser preenchido no momento.

Romance “Espelhos de Eva”, novo livro de Sharlene Serra, será lançado neste mês em São Luís

“Espelhos de Eva”, novo livro da autora maranhense Sharlene Serra, é um romance que aborda sobre o universo feminino e sua multiplicidade, tendo o espelho como objeto em que a mulher ama e teme, onde se enxerga multifacetada. A obra, publicada pela Editora Penalux, será lançada no próximo dia 30 de novembro no restaurante Thai Cozinha Contemporânea e Japonesa - Golden Shopping Calhau (Av. dos Holandeses, 200 - Calhau), em São Luís, a partir das 18 horas. O evento contará com a presença de Anna Liz Ribeiro, Ana Neres Pessoa Lima Gois, Wanda Cristina Cunha, Susiane Muniz, Rosa Cleide Bezerra e Silvana Meneses que irão ler fragmentos do livro.

O espelho possui uma simbologia interessante. Para a mulher é revelador: ora é conselheiro, ora acusador. É também, conforme algumas lendas, um instrumento de adivinhação, junto ao cristal, pois permite ver para além da realidade. No enredo da obra, Eva, a protagonista da história, tem em mãos outro livro, que o lê e interage, se identificando em várias situações. “Espelhos de Eva” apresenta uma desconstrução de um conto de fadas, apresentando situações vividas por mulheres, com pitadas de sensualidade.

Os cacos multifacetados do espelho de Eva vão formando um mosaico de mulheres, frente à predominância da racionalidade, mas que não perde o lirismo e o romantismo tão peculiares à alma feminina. A protagonista Eva, despindo-se das regras impostas pelo conservadorismo, nos permite conhecer seus mais íntimos desejos e depara-se, nas viagens de sonhos e prazeres solitários, depois nos apresenta Bianka nas páginas de um livro e nas cenas seguintes, ela assume o protagonismo da história. Por meio dos relatos, vamos perpassando sua história, intercalada com a de outras mulheres com as vivências de feminicídio, abuso sexual, homofobia e outras tantas; experiências dolorosas, mas que demonstram que o adjetivo de fragilidade, são desconstruídos pela força e superação de cada uma delas.

Sobre lançar novo livro abordando uma temática voltada mais para adultos e neste ano, dando uma pausa na literatura infantil,  a autora nos revela: "A mudança de gênero literário apenas reforça a nossa diversidade literária e que o escritor é um universo amplo de criação". Sharlene Serra, nesta nova obra, evidencia a mulher e suas inquietações.

Sharlene Serra reside em São Luís, capital do estado do Maranhão. É designer, Pedagoga, especialista em Educação Inclusiva. Trabalha na Secretaria Municipal de Educação - Núcleo de Enriquecimento de Estudantes com Características de Altas habilidades e Superdotação (NEECAH/S), é formadora educacional na área de Educação Inclusiva, palestrante e escritora. Possui escrito os livros infantis da coleção Incluir: “Olhando Com Ritinha”, “Ouvindo Com Vitória”, “Caminhando Com Paulo”, “Aprendendo Com Biel” e “Interagindo Com Lucas”. Outro infantil da autora é o livro “Diário Mágico: Um Segredo Para Contar”, que aborda sobre abuso infantil. Participou da antologia “Setembro Poético”, lançada em 2017, e em setembro de 2019 foi homenageada com o Troféu Monteiro Lobato de Honra ao Mérito Literário, na categoria “Melhor Livro de Inclusão”, promovido pela Literarte – Associação Internacional de Escritores e Artistas. A obra “Espelhos de Eva” está por R$ 40,00 no dia do lançamento. Também já pode ser encontrada no site da editora (https://www.editorapenalux.com.br/loja/espelhos-de-eva).

“Amores Virados Pra Cá” marca estreia da editora Lago de Histórias, no segmento de livros adultos

A editora carioca Lago de Histórias, popular por seus livros infantojuvenis, acaba de lançar o selo Lago Baikal, voltado para publicações para o público adulto. O título de estreia é o livro de crônicas “Amores Virados Pra Cá”, da fundadora e editora chefa Helena Lima, em parceria com a escritora Isabelle Borges. Na obra, as autoras, que viveram muitas experiências literárias juntas, nos mostram a trajetória do processo de descoberta e amadurecimento da escrita. O lançamento e sessão de autógrafos acontecerá na Livraria Blooks (Praia de Botafogo, 316), no próximo dia 29 de novembro a partir das 19 horas.

Era uma vez um lago, transbordando de histórias. Mergulhado nele, uma pedagoga cheia de sonhos e, coragem. Helena Lima abriu mão das salas de aula, onde esteve por 20 anos, para se aventurar e vencer no mercado editorial. 13 livros, entre eles títulos reconhecidos e premiados nacional e internacionalmente, e três anos depois, a Editora Lago de Histórias, especializada em infantojuvenis, mergulha mais fundo e inaugura seu selo adulto: o Lago Baikal.

O nome Lago Baikal surgiu a partir de uma pesquisa feita por Helena: “Será que existe o maior ou mais profundo lago do mundo?” E a resposta está na Sibéria, no Baikal, um lago que passa o inverno congelado e representa 20 % da água doce do planeta, além de ser um berçário de biodiversidade. Segundo a editora, se o selo dirige-se a leitores mais experientes e com maior possibilidade de profundidades na leitura, a analogia parece perfeita. A editora espera publicar obras de qualidade literária que possibilitem mergulhos profundos, além de oportunizar a publicação de autores talentosos que encontram dificuldade de ter um espaço no mercado editorial.

O livro “Amores Virados Pra Cá” mostra a trajetória do processo de descoberta e amadurecimento da escrita das duas autoras, que viveram muitas experiências literárias juntas. O leitor encontrará uma reunião de textos orientados pelos desejos, seja quais forem, que viram e reviram amores, na condução de quatro mãos, mas uma só direção. “Esperamos que o livro possa remexer as pessoas por dentro. Tocar seus corações, promover reflexões profundas e rever a própria vida a partir de um despertar para a poética do cotidiano”, destaca Helena Lima.

“Quem escreve, não o faz para acertar alvos, mas para tocar a sensibilidade do outro. Amores Virados Pra Cá é mais que oportuno como livro de estreia, à medida que fala de desejo. A produção literária da Lago vem se expandindo, assim como acontece com a editora. Mas é preciso clarificar para o público leitor que há um selo particularmente dirigido aos adultos”, cita a editora do Baikal.

Helena Lima é pedagoga, escritora, editora e fundadora da Editora Lago de Histórias. Atuou como professora do Ensino Fundamental por mais de 20 anos. Autora de “Mais felizes do que sempre”, “Bia Sem Pressa”, “Os Medos da Bel”, “Soldado” (acervo básico da FNLIJ e aprovado no PNLD Literário), “Olga” (terceiro lugar na Biblioteca Nacional e acervo básico FNLIJ), “Grande ou Pequena?”, “Vicky”, “A Moça Artista do Topo do Morro” (aprovado no PNLD Literário) e “Contos de Encantar O Céu” (catálogo de Bolonha 2019), livros para pessoas de 1 a 100 anos, aproximadamente. Dirige a Casa Cultural Lago de Histórias, onde acontecem oficinas de escrita criativa, oficinas de ilustração, visitas literárias para alunos de escolas das redes pública e particular, e contação de histórias. A casa também realiza lançamentos de livros, encontros de escritores e saraus. “Amores Virados Pra Cá” é seu primeiro livro para o público adulto.

Isabelle Borges é escritora, educadora e comunicadora de uma vida mais leve e criativa. Formada em licenciatura e mestre em Psicologia do Desenvolvimento Humano, foi professora de grandes instituições federais, já trabalhou formando educadores, crianças e jovens em todo o país. É fundadora da POAMA - uma escola de memórias itinerante que surge para repensar a escrita, os diálogos, a comunicação e o ato de habitar o mundo. É criadora do método S.E.N.T.I.R, processo que acredita na capacidade dos sentidos e de se perceber no mundo para o encontro com as inúmeras possibilidades de criar e escrever. Autora na Antologia “No Fundo de Doze Histórias Corre Um Rio”, dos livros infantis “Bilica Chorona” e “Meu Mundo Deitado Na Grama”, e da peça de teatro e curta metragem “Enquanto Estamos Juntos”.

Autora mineira Mag Moa estreia com o romance “A Casa do Lado de Lá”

Já é notável que o mercado editorial brasileiro ganha constantemente novos autores, estreando com obras que pretendem chamar a atenção do público e conquistar um espaço no emblemático mundo competitivo dos livros. E com os mesmos objetivos, a obra “A Casa do Lado de Lá” torna-se o romance de estreia da escritora mineira Mag Moa. O romance é uma publicação independente e gira em torno da adolescente Judy e dos seus irmãos. Ela é uma garota destemida, e, sem a presença do pai, sua vida passa por grandes conturbações depois do misterioso sumiço da mãe. O livro conta com 487 páginas e já está disponível pelo site Clube de Autores. O lançamento deve ocorrer em breve.

Judith Louise Muller é uma adolescente destemida e que necessita sobreviver a uma situação terrível. O desaparecimento misterioso da mãe, a ausência do pai e a presença de uma assistente social para lá de estranha, complica ainda mais a vida da adolescente. Um dia Judy acorda no CTI quando todos acreditavam que ela não sobreviveria, e, daquele dia em diante sua vida junto dos seus irmãos nunca mais foi a mesma na grande cidade de Linópolis.

A ideia sobre a obra veio em fevereiro de 2016, porém, depois da perda de uma pessoa da família, só finalizou o livro um ano depois. Em 2008, Mag começou a escrever pequenos trechos em um espaço aberto ao leitor de um jornal muito conceituado do estado de Minas Gerais. No espaço destacava-se sobre datas comemorativas como Dias dos Pais, Dia dos Avós, o Natal de antigamente, etc. E lá possuiu uma boa positividade dos leitores, que respondiam o que ela escrevia valorizando memórias de família e épocas que marcaram também a vida deles.

“Sempre um Colega de trabalho ou da faculdade que lia o que eu escrevia me perguntava: Por que não escreve um livro? E um belo dia eu ouvi uma voz me dizendo para escrever um livro, foi quando surgiu A Casa do Lado de Lá”, lembra a autora. Os exemplares da obra já estão à venda por R$ 56,37 o impresso, e por R$ 22,60 o digital (E-book) pelo site Clube de Autores (https://clubedeautores.com.br/livro/a-casa-do-lado-de-la-2).

Mag Moa é uma autora mineira nascida em Coroaci, uma pequena cidade do interior de Minas Gerais, casou-se aos 18 anos e se mudou para a grande BH, mas que atualmente vive em Contagem (MG). É graduada em Gestão de RH pela Universidade do Paraná, e a vinte anos trabalha em uma empresa de transportes na função de Analista de Departamento Pessoal. “A Casa do Lado de Lá” é o seu primeiro livro e está disponível apenas no Clube de Autores por enquanto. A autora possui ainda mais duas obras da trilogia, ainda indisponíveis. Depois de finalizar essa trilogia, Mag Moa pretende escrever uma ficção científica.

“Pedro Não Quer Ir ao Banheiro”, uma forma lúdica de enfrentar o transtorno de eliminação - Encoprese

O infantojuvenil “Pedro Não Quer Ir Ao Banheiro”, da psicóloga Ariádny Suci de Campos Abbud, é um livro com uma maneira lúdica de auxiliar a prática clínica na psicoeducação do transtorno de eliminação - Encoprese. Por meio da história de Pedro, uma criança que tenta esconder das pessoas que sente medo, e evita a todo custo usar o banheiro, a obra auxilia no reconhecimento e identificação do transtorno. Como uma das novas publicações da Sinopsys Editora para 2020, o livro traz cerca de 32 páginas e conta com ilustrações de Rodrigo Faccio.

Ao longo da narrativa, o personagem manifesta as mesmas dificuldades que crianças com o Encoprese, tais como: constipação, dor abdominal, vazamento das fezes na roupa, regressão para o uso da fralda, dor ao evacuar, e sentimentos de vergonha, medo e culpa. Ao expor isso por meio da leitura e de atividades propostas, a obra psicoeduca sobre o transtorno, estimulando a criança a falar e pensar sobre o que pode estar acontecendo com Pedro e com ela.

Segundo a autora, o livro nasceu de uma necessidade por materiais lúdicos que possam auxiliar a prática clínica na psicoeducação da Encoprese, já que, ao fazer uma busca, não foi encontrado nada além de alguns poucos livros infantis não terapêuticos, mesmo sendo uma dificuldade que muitas crianças apresentam. Assim, a obra psicoeduca sobre o transtorno, explica o modelo cognitivo comportamental, auxilia no reconhecimento das emoções e propõe atividades práticas para o tratamento. O livro é indicado para crianças acima de 4 anos.

Ariádny Suci de Campos Abbud: Psicóloga Infanto-juvenil formada pela Universidade do Vale do Itajaí – UNIVALI, Pós-graduanda em Terapia Cognitivo Comportamental da Infância e Adolescência, e em Avaliação Psicológica. Autora e coautora dos jogos terapêuticos: “Como me vejo: corpos e sentimentos”, “Lavando Roupa Suja”, “Próxima Fase: Finalizando a Psicoterapia Infantil”, e “Trilha das Pipas: Trabalhando Pensamentos e Sentimentos”. Atua como psicóloga clínica, realiza cursos e é proprietária da Lúdica, loja online de recursos terapêuticos. “Pedro Não Quer Ir Ao Banheiro” já está à venda por R$ 33,00 pelo site da editora (www.sinopsyseditora.com.br/livros/pedro-nao-quer-ir-ao-banheiro-1714).

Novo livro de Luiz Cláudio Siqueira faz convite à gargalhada com leitura divertida em páginas cheias de bom humor

Com leitura divertida em páginas cheias de bom humor, “Ria de Tudo Isso!”, novo livro do escritor carioca Luiz Cláudio Siqueira, faz um convite à gargalhada e coloca o bom humor como aliado para enfrentar os problemas do dia a dia. O livro está sendo lançado pela Editora Autografia com 196 páginas e vem com a proposta de ser um dos lançamentos mais engraçados do ano.

O ensinamento, que poderia estar na traseira de um caminhão e já ganhou a internet, é levado a sério por estudiosos do humor, que o apontam como o grande segredo para viver bem. A ciência mostra como indivíduos bem-humorados sofrem menos, ao produzirem a endorfina, mesmo hormônio que controla a pressão sanguínea, melhora o sono e o desempenho sexual. Quanto mais bem humorado alguém está, dizem especialistas da área, mais feliz se fica: a endorfina também aumenta a tendência ao bom humor. Sob o mesmo ponto de vista, o publicitário Luiz Cláudio Siqueira lança “Ria De Tudo Isso!”, e destaca que: “não importa o motivo, dar uma risada sempre será um momento gostoso”.

Na obra, o autor coloca várias experiências pessoais, que poderiam acontecer com qualquer pessoa. Se a princípio parecem desastrosas ou inconvenientes, com o passar do tempo tornaram-se engraçadas. Com este olhar - da capacidade de rir de si mesmo – é que se inspiram as histórias narradas no livro. Essa flexibilidade é capaz de ajudar o bom humor a vencer a irritação e os benefícios chegam à saúde.

O bom humor também é uma expressão de que o corpo está bem, na medida em que ele depende de fatores físicos, além dos culturais. A tal visão otimista do mundo, olhar a metade cheia do copo, ou o lado bom do que está ruim, pode ajudar a identificar com mais facilidade motivos para gargalhar, como sugere o autor.

“Ria de Tudo Isso!” vem cheio de páginas super engraçadas, histórias divertidas, frases inspiradas e bem humoradas, fotos cômicas, piadas, tudo para ajudar a manter o alto astral, fazendo a alegria tomar conta da vida do leitor que quer sair da rotina, esquecer os compromissos, se alegrar e reservar um tempo da vida para si. “Dar uma risada é a forma mais simples de se sentir feliz. Eu desejo mesmo, de coração, que o leitor sempre tenha muitos motivos para rir. Gargalhar. Por isso, tive a ideia de fazer este livro”, explica Luiz Cláudio sobre o seu terceiro lançamento.

Luiz Cláudio Siqueira tem 55 anos, nasceu em Campos dos Goytacazes, no Rio de Janeiro, e atualmente mora em Niterói (RJ). É formado em Publicidade pela Universidade Federal Fluminense. Já trabalhou como redator para diversas agências de propaganda. Publicado logo após “Desperte A Sua Fé e Seja Feliz” (2018) e “Melhor Que Sexo!” (2017), ambos também pela Editora Autografia, “Ria de Tudo Isso!” é o seu terceiro livro e custa R$ 38,00 pela loja online da editora (www.autografia.com.br/produto/ria-de-tudo-isso/).

Romance impregnado de cultura pop e experimentações narra rito de passagem para fase adulta

Contemplado pelo 1º edital de publicação de livros para estreantes, da Prefeitura de São Paulo, “Horses”, romance de estreia do escritor Agnaldo Assis Nascimento, foi recentemente lançado pela editora Penalux. Trata-se de uma obra imponente, experimental e, em certa medida, musical, contendo em seu universo ficcional diversos personagens que buscam se libertar das amarras da sociedade por meio da arte e de outras formas de ver o mundo. O personagem central é Helter, um adolescente que, após fugir de casa devido à violência doméstica, acaba conhecendo um grupo de artistas que estão buscando sua própria voz.

“Horses é o título do disco de estreia da poeta e cantora Patti Smith”, diz Agnaldo, que além de escritor é vocalista e guitarrista da banda Versus Mare. “Ao combinar poesia com a agressividade do rock”, continua, “Patti transgrediu fronteiras e se tornou uma das percussoras do movimento punk. Na minha concepção de romancista, acredito que o título transmita a ideia de movimento, algo em trânsito; ou, no caso do protagonista, um rito de passagem para a idade adulta”.

De fato, esse caudaloso e eletrizante romance comporta bastante cultura pop (música, livros, filmes). Também trabalha a desconstrução de muitos valores. Há no texto de Agnaldo muitas imagens poéticas; o autor sempre busca surpreender o leitor com estruturas diferentes a cada capítulo. Isso porque, Horses é um livro diferente em muitos aspectos, pois se vale de muitas experimentações. “Não tive medo ousar na escrita e buscar diversas linguagens”, comenta o escritor. “Também foge da esteira da autoficção, tão em voga atualmente”, alfineta.

Alexandre Rabelo, que assina a orelha do livro, recebeu com entusiasmo o romance. “Tome fôlego para acompanhar de perto”, ele incentiva, “as galopadas que nos guiam por essa espécie de epopeia de punk art que marca a bela estreia de Agnaldo de Assis Nascimento como romancista. [...] São personagens com um riso onde o prazer e a dor não cansam de brindar. Autoexilados não só da família, mas de outros parâmetros de realidade, cada qual vivendo sua própria epopeia subjetiva, sempre mordendo o outro lado das coisas do mundo [...] Esses cavalos selvagens se tornam quase seres míticos que se cruzam e se contradizem, podendo representar muitas outras gerações de jovens perdidos [...] esses Horses tentam achar espaço entre um fanatismo por tudo que é vivo e uma apática indiferença. Munidos dos melhores discos e livros clássicos da cena de rock internacional e local, suas conversas ácidas são fortalecidas por referências que vão de Homero a Patti Smith, cujo álbum seminal nos é lembrado desde o título. Esse livro é tão grande em tantos aspectos que esperamos que sua amplitude eletromagnética chegue até os ouvidos da grande bruxa novaiorquina. Horses é um romance sobre cruzar fronteiras.”

O livro concorre ao I Prêmio Mix Literário, o primeiro certame de literatura a celebrar a melhor contribuição em livro para a comunidade LGBTQIA+ brasileira.

Agnaldo de Assis Nascimento nasceu em Diadema, em 1988, e vive em São Paulo. É formado em Jornalismo e atualmente estuda Letras na Universidade de São Paulo. Além de escritor, é vocalista e guitarrista da banda Versus Mare. Horses é sua estreia na literatura e custa R$ 40 pelo site da (https://www.editorapenalux.com.br/loja/horses).

Lançamento múltiplo terá presença do escritor Fábio Mariano, apresentando o seu novo livro, neste sábado (26) em São Paulo

Com a participação de outros autores, o escritor paulista Fábio Mariano lançará o seu mais novo livro, “Habsburgo”, no próximo dia 26 de outubro na Patuscada - Livraria, Bar & Café, em São Paulo (SP), a partir das 19 horas. O livro é uma novela que gira em torno da vida acadêmica e das amizades. Publicado pela Editora Patuá, conta com o prefácio de Whisner Fraga e posfácio de Cláudia T. Alves. O evento de lançamento será múltiplo, pois serão lançados também os livros “Pornografia em extinção”, com poesias de Gabriel Medeiros; “Tudo que morre pede socorro”, romance de Cinthia Kriemler; “Um clitóris encostado na eternidade”, de Matheus Arcaro; e “O número 1 impresso”, da Revista Gueto. A entrada será gratuita e quem comprar um exemplar da Revista Gueto ganhará uma cerveja ou refrigerante, além de um livro de presente.

“Habsburgo” é uma novela que gira em torno da vida acadêmica e das amizades. O narrador recebe uma ligação inesperada de uma velha conhecida, e, ao encontrá-la, precisa reviver e relembrar a sua trajetória acadêmica e profissional, desde o início do curso de História, na universidade em Cartago, até o momento em que ele se encontra. Essa trajetória é indissociável da amizade entre o narrador, Carlos, e o artista plástico Coca Munhoz. É da relação deles, então, que nasce o livro, e das suas histórias paralelas, de como os dois conquistaram suas posições profissionais atuais, e das feridas que ficaram abertas no meio desse caminho.

“Habsburgo” começou com um curso que Fábio Mariano fez como aluno especial na Unicamp sobre a relação entre professores e alunos na literatura. “Eu já tinha meu mestrado, estava trabalhando como professor no Ensino Médio já havia um bom tempo e, ao longo do curso, o discurso do Escola Sem Partido começou a aparecer e ganhar força, e de lá para cá a situação do professor no Brasil só degringolou. Eu queria repensar a Universidade, a relação professor-aluno, a passagem do tempo, já que, em 2017, fazia dez anos que eu havia chegado à Unicamp, e tudo estava tão diferente... Então durante o carnaval de 2018 eu comecei um rascunho, depois de ter passado 2017 lendo muito sobre a relação professor-aluno e fazendo muitas e muitas anotações. O resultado foi a base de Habsburgo, que eu trabalhei ao longo do primeiro semestre de 2018, e depois revisei, revisei, reescrevi...”, revela o autor.

Fábio Mariano nasceu na cidade de São Paulo (SP), mas mora em Campinas desde os dois anos de idade, o que lhe faz ser praticamente campineiro. É formado em Estudos Literários, possui Mestrado em Teoria Literária, e faz especialização em Relações Internacionais, todos pela Unicamp, universidade que está em sua vida desde 2007 e que possui com ela uma ligação muito forte. É professor de literatura no Ensino Médio e em cursinhos, em diferentes escolas da cidade, onde é conhecido pelo apelido de trabalho, Cazé. Publicou o seu primeiro livro de contos, “O Gelo dos Destróieres”, pela Editora Patuá em 2018. Além disso, publicou também contos nas revistas virtuais Arcádia, Mallarmargens e Literatura e Fechadura, e um miniconto na Antologia do Desejo, organizada pela Editora Patuá para a Casa do Desejo na FLIP 2018.

A obra “O Gelo dos Destróieres” é um livro de contos que gira em torno de um conjunto de personagens, e que se passa no meu universo ficcional, uma cidade chamada Cartago - que é claro, é baseada em Campinas, mas é isso: baseada. É outro lugar. Começou como um estudo desses personagens, e eu vou trabalhar mais com eles. Inclusive, o protagonista de Habsburgo aparece ali, mas como secundário.

Depois do lançamento do livro “Habsburgo” do dia 26 de outubro em São Paulo, outro evento está sendo organizado para a cidade de Campinas, com data definida para o dia 10 de novembro no Alma Coliving (Rua Capitão Francisco de Paula, 264 - Cambuí), a partir das 16h. Os exemplares do livro estão em pré-venda pelo site da editora por R$ 38,00, e após o lançamento, também estará na loja da Patuá no UOL e na própria Patuscada (Rua Luís Murat, 40 - Vila Madalena).

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